Jaz aqui este blog.
Quem quiser saber o novo endereço, pergunte-me como!
Estamos trabalhando para melhor servi-los.
Jaz aqui este blog.
Quem quiser saber o novo endereço, pergunte-me como!
Estamos trabalhando para melhor servi-los.
Tem dias que levanto com um baita sorriso na cara e nunca entendo o motivo. Mas essa noite, tudo mudou. Meu sono foi leve porque estou doente e insone, mas foi o suficiente para me dar sonhos lindos. Foi, sonhei contigo. E foi bom porque me resgatou da memória os sonhos anteriores. Quase sempre contigo ou então você em outro corpo (estranho, né?).
E daí?
Daí que acordei saltitante. E o sonho foi uma delícia, confesso.
Até que ponto precisamos de uma pessoa fisicamente ao nosso lado?
Bem, quando queremos alguém é porque queremos tocá-la, conversar com ela, conviver com ela.
E quando você não quer nada disso e quer ao mesmo tempo?
Tipo, se eu quero alguém é porque supostamente eu gostaria de ser feliz com essa pessoa. E se eu já sou feliz apenas sonhando com a pessoa… Qual a função dela agora? Função da pessoa na minha vida?
Fisicamente? Se eu tenho um sonho erótico com essa pessoa, eu vou acordar tão aliviada como se tivesse feito sexo.
E de que adianta arrancar sutiãs na Metro, se o único peito que eu queria tocar me é proibido?
E se ele aparece o suficiente nos meus sonhos para que eu não sinta saudade?
q
10 coisas que eles odeiam na cama – Ig Delas -
Glycia Emrich
Eles, é claro, adoram uma boa noite de sexo. Mas tem certas coisas que são capazes de estragar o momento que você levou uma semana para planejar. Confira algumas dicas para você caprichar na hora H e não pisar na bola quando estiver com ele
Escuridão total
Basta a noite começar a ficar mais quente que você solta a fatídica frase ‘Apaga a luz, amor?’ Nada de luz, abajur e nem uma frestinha na janela. Deixar o quarto tão escuro pode ser um grande erro. “Eu preferia fazer sexo na escuridão porque achava que meu namorado se sentiria mais à vontade. Até o dia em que ele me disse que odiava não enxergar nada. Pra mim foi ótimo, mas logo pensei em quantas noites a gente não teria delirado se alguma luz estivesse acesa”, conta a estudante de Turismo Andrea Alves, 26 anos.
Claro que você não precisa ligar um holofote, mas alguma coisa capaz de fazer vocês se verem um pouquinho já resolve esse problema. “O homem é completamente visual e se delicia com as possibilidades de olhar”, explica a consultora em terapias sensuais Glauciane Lourenço.
Nada pra falar
Não dá para você entrar muda e sair calada no meio daquele momento ‘caliente’. Emita alguns sons, fale coisas sutis, mesmo que você não tenha muita intimidade com o parceiro. A ideia não é tagarelar e disparar frases apimentadas feito uma metralhadora; apenas demonstre verbalmente que tudo está indo perfeitamente bem.
“Tem mulher que não abre a boca. Faz de tudo, mas não diz nada. Não entendo isso, a gente fica sem saber o que fazer e como agradar”, queixa-se o consultor Marcelo Matias, 33 anos. “Falar durante o sexo pode ser um prazer extra super gostoso, além de você poder direcionar o parceiro para suas preferências”, explica a especialista.
Locutora esportiva
Ao contrário daquela que mal respira durante o sexo, tem algumas mulheres que começam a narrar cada movimento, como se tudo aquilo fosse uma partida de futebol. Assim é impossível relaxar!
“Falar e fantasiar é muito bom, porém, ficar narrando o jogo como se o seu gato não soubesse nada a respeito é muito complicado”, observa Glauciane. Sinta o clima, diga frases soltas durante a noite, mas não precisa incorporar a locutora esportiva à espera do grande gol.
Obra de Michelangelo
Nada de ir com muita sede ao pote ou exagerar na delicadeza. “Saí com uma mulher que não sabia o que fazer com o meu pênis. Ficou perdida. Mal encostava, achando que pudesse me machucar. Sem a pegada certa, não tem noite que funcione”, conta o professor Marco Antônio A. Salles, 29 anos.
O pênis do seu parceiro não é de plástico para você fazer o que te der na telha. Mas também não é nenhuma grande escultura do Michelangelo, que você não pode nem encostar para não quebrar. Se você não tem a mínima ideia do que fazer, seja sincera. A consultora dá a dica: “converse com ele e peça a ele que te direcione quanto aos toques”.
Por obrigação
Eles adoram fazer sexo. Mas se você acha que os caras não estão nem aí para a sua vontade de fazer ou não, está muito enganada. O professor de tênis André Mariotti, 35 anos, garante: “Não tem coisa mais chata que sexo mecânico, por obrigação. Se a mulher não está a fim, é bem melhor aproveitar a noite de outro jeito. Até porque tem dias que a gente também não está com vontade. É normal. Muito mais chato é perceber no meio da transa que ela preferia estar assistindo TV”.
Por você e por ele, não faça nada sem vontade. “Os homens têm horror àquelas mulheres não participativas que estão ali somente pra satisfazer a necessidade deles” explica Glauciane.
Egoísta
Claro que o ponto número um é que a noite traga um prazer sem medida para você. Mas o ideal é que os dois saiam da cama com um sorriso imenso, sem fica a ver navios. Não banque a louca, disparando logo de cara uma lista sem fim de preliminares e um contrato que diz que você só sai dali depois de 4 orgasmos. “Não gosto de mulher com exigências absurdas, feito pop star internacional. A gente se esforça, faz tudo o que ela quer e aí no fim ainda reclama que faltou um monte de coisa. Tem que ser natural, deixar fluir. Muitas obrigações no meio do sexo acabam com o clima”, garante Marcelo. “Sexo é uma atividade feita em dupla e os dois precisam ter prazer”, lembra a especialista.
Regressão
Relembrar de relacionamentos antigos quando está com o seu parceiro jê é bem desagradável. Fazer isso durante o sexo é pedir pra noite acabar. E, acredite se quiser, tem mulher que é assim.
“Não dá pra ficar a vontade quando a mulher começa a dizer o que o ex-namorado dela fazia na cama. Saí com uma que me contou detalhes minuciosos da transa com o ex. Fiquei super inseguro, com vontade de vestir a roupa e sumir dali. A gente nunca mais se falou” ri o bancário Ademir Ribeiro, 27 anos.
Sem memória
Se a sua cabeça não anda muito bem, melhor comer mais ferro e potássio para melhorar a memória. Trocar o nome do parceiro no meio daquele momento fatídico não dá.
Para alguns, esse tipo de ação é imperdoável. “Dá a impressão que ela está com a cabeça em outra pessoa, mesmo que tenha sido um lapso. Essa situação é horrível”, explica André Mariotti.
Jogar conversa fora
Guarde os comentários do dia a dia para uma outra hora. Não dá pra conversar sobre a escola das crianças, as contas a pagar e muito menos fazer a lista do supermercado na hora do prazer.
“Uma vez saí com uma mulher que, bem na hora H, parou tudo para dizer que lembrou que precisava tirar a carne do congelador. Achei que eu estava sonhando. Toda vez que lembro dou muita risada, mas na hora foi bem constrangedor”, relembra o bancário.
Insegurança
Preocupação com sua performance, com a celulite ou com a gordurinha a mais pode gerar um estresse sem tamanho durante a noite de sexo. Eles não gostam de mulheres que ficam extremamente preocupadas e inseguras com o corpo e com a atuação na cama.
“Ela tem que se soltar, entrar no clima sem ficar insegura. A gente não fica reparando se ela tem estria, se a barriga é durinha. O que importa é a química que está rolando”, garante Marco Antônio.
Voltei a ser casta, beijos.
Fiquei outro dia refletindo sobre o meu péssimo desempenho sexual. Bem, não que alguém tenha dito que eu era ruim, mas todo mundo sabe do meu nível de fragilidade pra me dizer uma coisa dessas e eu não me matar.
Cheguei a essa terrível conclusão quando comecei a pensar sobre as aventuras que já passei. Poucas e levemente exageradas e algumas tão normais que beiravam o tédio. Sim, eu tenho certeza que eu devo ser um lixo na cama e as pessoas que me comeram devem falar horrores disso. Primeiro porque todo mundo gosta de ver a pessoa com quem se ‘faz amor’, e eu sou tão noiada, mas tão noiada com minha aparência que jamais deixo ninguém ver nada; é na calada da noite e na escuridão mesmo. Isso deve ser broxante. Imagine você comer uma nega e nem saber como é o corpo dela? Fail.
Segundo porque eu sou apressada. Eu tiro logo a roupa e diferente das outras mulheres (eu acho), nunca tenho paciência pra preliminares. Retiro o prazer da pessoa de me despir. Mais um ponto negativo.
Terceiro porque meu corpo é horrível e dá pra sentir tocando.
Quarto, minha xota é horrorosa.
Quinto, gemedeiras exageradas só dão certo com atriz pornô e eu tenho esse grande defeito.
Sexto, sou limitada em posições porque tenho vergonha de que a pessoa veja meu corpo.
Sétimo, minha xota deve ter um gosto horrível.
Oitavo, tenho calcinhas bege-dourado e as uso com frequência.
Nono, provavelmente é por conta de tudo isso que não pego ninguém!
Ok… eu não vou pagar cursos de pompoarismo. Desculpa, só quando eu tiver dinheiro!
(sim, eu tenho muito a dizer porque sinto muita coisa)
Eu não tenho ainda uma definição muito certa do que foi esse mês de abril pra mim. Talvez a palavra que defina melhor seja; caos. Foi um mês caótico. Fato. Comecei abril perdendo minha amada e querida avó-madrinha. Foi uma barra. Nunca me vi tão descontrolada por perder alguém. Era o maior apego, o maior chamego. Era a melhor avó. Era a que tinha uma paciência de Jó e brincava comigo. Era a que eu tinha ido morar quando meu avô faleceu e ela se sentiu muito sozinha. Era boa parte do meu mundo, grande parte do que existia de bom em mim. Foi quem me ensinou a jogar dominó, baralho, pular amarelinha. Era a que fazia de tudo pro ficar bem. O impacto na família não poderia ser maior; todo mundo surtou. Causa mortis? Cirrose. Não, ela não bebia.
Alguns dias depois (tipo, 2 dias) tive o azar de ir fotografar um episódio que se passava no Recife Antigo e dei de cara com a pessoa por quem eu tinha um elevado interesse, dando em cima da pessoa por quem eu já havia sido trocada outras duas vezes. Ressacada da morte e do enterro de voinha, tive um surto, que me fez passar mal, vomitar, ficar sem comer e tomar banho por 3 dias e claro, perder as provas da faculdade. Ou seja, além de tudo um ZERO. Massa. Ah sim, salientando que entre mim e a pessoa de meu interesse não havia mais nada há uma semana. Mesmo assim, hard to look, to feel, to understand. Até mesmo porque a pessoa ja tinha soltado algumas pérolas tipo “sou completamente apaixonad(e) por você”. Ok, eu SEMPRE acredito, joguem as pedras, eu aceito. Crucifiquem-me. Não tem mais nada pra acontecer mesmo, rsrs. Um dia depois do acontecido, tive um sonho no qual voinha estava ao meu lado na hora que vi a situação. Aí, relaxando na casa de uma amiga, a mãe dela fala DO NADA : “ô minha filha, cê sabe que quando a gente sonha com alguém que já morreu em determinada situação acontecida, é porque a pessoa tava lá com a gente, né? “ Surto.
Mas tudo bem. O que é um surto, uma vomitada, um corpo sujo, uma rejeição, uma perda e um zero? Nada né minha gente? Então, ganhei ingresso pro Abril pro Rock (aeaeaea COISA BOA EM ABRIL UHU). Antes de sair de casa, desânimo, agonia, medo de encontrar a pessoa, os amigos, de não saber como agir e tal. Mas aí quando to descendo as escadas de casa, mamãe chama de volta: “seu avô morreu”. GREAT! Pai de mamãe também entrou na onda do truque do desaparecimento. Não vi graça. Não vi. Fui pro Abril pro Rock surtadíssima, mas me diverti. Na companhia de @tautaa , o tempo voa. Pense numa pessoa querida. Fiquei até 1 da manhã, tentando me recuperar da morte de voinho e decidindo não ir ao enterro. Era demais pra mim.
Encontrei meu ex-namorado, que eu não via há milênios. Tentei quebrar o clima ruim com uns tapinhas simpáticos no ombro dele. Bem, a nossa história foi muito triste, cheia de mal-entendidos e dolorosa. Mas já se passaram tantos anos, ele cresceu, eu cresci, não tenho mais motivos pra mágoa.
Então, encontrei a pessoa lá. Foi barra. Era muito difícil a concentração, mas agi como uma mera conhecida, nada mais. O nosso rolo de 7 meses já tinha terminado mesmo. A pessoa ainda deu alguns golpes no meu ego, mexendo meu cabelo e me tocando, mas sobrevivi. Ninguém ta imune e ninguém morre por isso. Dias depois, numa conversa franca, a pessoa diz que não é apaixonada e pede desculpas por ter demonstrado que era(ok, além de demonstrar disse, letra-por-letra), e explica que tava realmente atrás de sexo e tal. Bem… todo mundo tem um dia de ser xota fácil, né? A merda é que fui por meses. E olha, juro que pensei que tinha criado a ilusão de sentimentos, mas como sou gaiata, tenho os históricos e vi que sim, tinha um dedinho de sacanagem da pessoa, unida a minha cegueira. Daí, bem… a corda vai arrebentar não do lado mais fraco, mas de quem for mais burro (eu rssss). A ficha só caiu de verdade quando amizades em comum foram alertando cruelmente sobre o que estava no mau nariz e eu me recusava a ver. Ok, podem me crucificar, tão velha e ainda caí nessa E NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ. Mereço a morte, matem-me! E olha, o mais interessante de tudo foi eu ser criticada por ser fofa. Ai, para. MORGUEI. Dar em cima de colega minha? Morguei. Agora bate o conflito; a falta de respeito é culpa minha ou é problema do caráter? Sei lá. Mas olha, arrasou. Eu me apaixonei na vera depois de tantos anos. E claro, vocês que me conhecem devem ter uma idéia de como é a pessoa, né? Vocês já me viram apaixonada por alguém que não seja muito sequelado? Pronto. E não o critico. Quem errou fui eu na minha doente burrice eterna. Gente, como faz pra ser inteligente? Alguém me ajuda, porra! Ok, a resposta ‘nasce de novo’ não será aceita.
E então… a única coisa boa do mês de abril…

1. Ao encontrar algum bloco que possui boneco gigante, preste atenção nas mãos
do boneco “pro mode” não levar uma mãozada no “quengo”.
- Embora o efeito do álcool se vá logo após a chapuletada, não é, obviamente, uma sensação agradável.
2. Se você escutar alguém gritando “Madeeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiraaaaaaaaa”, não se assuste,
pois ninguém vai ficar derrubando árvore em pleno Carnaval. É apenas algum
bloco ou banda cantando o hino do bloco “Madeira do Rosarinho”, o qual você vai
escutar umas 14.889 vezes por dia.
- Até a quarta-feira de cinzas, você saberá a letra de cor.
3. Não se incomode se, ao seguir um bloco, a bandinha tocar sempre as mesmas
músicas. Também não se incomode se, ao seguir próximo bloco que passar, a banda
deste tocar as mesmas músicas que o bloco anterior tocou.
- O Carnaval de Pernambuco é assim mesmo, é tradição. É a época do ano que os
pernambucanos se reúnem pra ouvir as mesmas dez músicas de sempre.
4. Nem pergunte qual é o frevo novo que é a sensação deste ano. Faz tempo que
isso não existe em Pernambuco. E nem invente de perguntar qual é a dança da moda.
- Você corre o risco de apanhar, pois isso é coisa de baiano.
5. Nunca entre em discussão com algum pernambucano sobre qual é o melhor
Carnaval dentre o baiano, o pernambucano e o carioca.
- Vocês nunca vão chegar a conclusão alguma.
6. Nunca pergunte pra onde um bloco está indo. Siga-o apenas.
- Nunca se sabe onde um bloco vai parar, e nem onde começa.
7. Em Olinda, não se desespere se você passar horas e horas sem ver passar algum
bloco de Carnaval.
- O bom do Carnaval olindense é a espera.
8. Não leve carteira, relógio, telefone celular e outros pertences pra o meio da folia.
- O Bloco do Arrastão desfila todos os dias e a qualquer hora.
9. Se você for homem, não fique constragido em mijar no meio da rua quando der
vontade. Se assim não o fizer, vai acabar mijando nas caçolas se tentar achar
um banheiro. Se você for mulher, trate logo de achar um banheiro público e
entrar na fila duas horas antes de chegar a vontade de falar com o homem do
bocão.
10. No Carnaval de Olinda, se você for uma mulher bonita e gostosa, correrá o risco de,
sem o seu consentimento, ser agarrada, beijada, apalpada e outras coisas
terminadas em “ada”. Nem vá de shortinho curto e de tecido leve. Vai voltar com a
arruela “assadinha”. Use a velha bermuda jeans.
Se você for homem e tiver uma namorada gatinha, nem passe perto da cidade alta.
Mas, se você for uma mulher feia, é hora de aproveitar e tirar o atraso acumulado.
- Pois, em Olinda, vale o velho ditado: “não existe mulher feia; você é que bebeu pouco”.
Vai que é tua, baranga!
11. Outro ditado que vale no Carnaval: cú de bêbo não tem dono. Assim, vale mais
usar o outro ditado “quem tem cú, tem medo” na hora de beber.
- Pense 2 vezes antes de enfiar o pé na jaca. Não confie nem nos amigos.
12. Não saia cedinho de casa pra ver o desfile do Galo de Madrugada. Este bloco
não desfila e nem nunca desfilou de madrugada.
- Ao final do desfile, procure um bom dermatologista …. depois de se recuperar.
13. Em Olinda, depois de tomar todas, nunca tente subir a Ladeira da Sé à pé.
Álcool só é combustível pra automóvel.
14. Se você for pra folia de carro, prepare-se para pagar antecipadamente 10
reais ao flanelinha pra deixar o carro na rua – se conseguir achar algum lugar.
Além disso, prepare pra enfrentar engarrafamentos homéricos.
15. Não fique constrangido se você estiver no meio de um bloco “lírico” e não
souber o que porra é lirismo. Também não fique sem jeito se o bloco for um do
tipo “bloco-de-saudade-de-velhos-carnavais” e você não estiver sentido saudade
alguma. Metade dos participantes desses blocos também não sentem porra de
saudade nenhuma, só dores nas juntas.
- Grande chance de achar aquela velha tia-avó viúva ou a tia solteirona, que há muito
você não via.
16. Se você for alérgico a mofo, passe longe dos “blocos-de-saudade-de-velhos-carnavais”.
17. No meio desses “blocos-de-saudade-de-velhos-carnavais”, finja que sabe quem
é Felinto, Pedro Salgado, Pierre, Fenelon e o velho Edgar Moraes. Assim, você
se enturmará mais rápido com o pessoal.
- Se, por curiosidade, você perguntar quem são esses caras, provavelmente vai receber
como resposta um constrangido “não sei”.
18. Não há problema algum em não saber dançar frevo. 99% dos pernambucanos não
sabem fazer o passo.
- Nem tente ! Você poderá acabar seu Carnaval num ortopedista.
Mais uma,
19. Quando você não estiver escutando porra nenhuma, tenha certeza que é
o “blocos-de-saudade-de-velhos-carnavais”, passando na sua frente.
outra:
20. Caso o bloco que vocês está seguindo, passe na frente de alguma emissora de TV
transmitindo em rede nacional, ao vivo, prepare-se p/ escutar pela enésima vez
o hino do Vassourinhas, e levar um monte de caneladas.
- Pule feito um louco até a música acabar. E não se esqueça de “abrir” os cotovelos ….
ARRASOU! hahahaha
Escorreguei suavemente meus dedos pelas teclas mais uma vez. O piano alemão havia sido presente de aniversário há alguns anos. Nunca toquei na frente de absolutamente ninguém, a não ser a minha professora, uma mulher de estatura mediana, de cabelos longos e louros.
Devia ter uns quarenta anos. Ela tinha problemas mentais e a única coisa que aprendeu na vida foi música. Normalmente era muito difícil acompanhar seu raciocínio, já que ela cortava frases pela metade e emendava com outras; às vezes ela começava a falar em outra língua sem perceber. Mas era divertidíssima. Não sei se minha lentidão para aprender se deu aos problemas dela ou aos meus. Desisti de aprender.
Agora estava olhando o piano com culpa. Toquei pausadamente e com vários erros a Moonlight Sonata. Suspirei. Sempre desisti com muita facilidade de tudo. Abandonava as aulas de qualquer coisa que eu tentava aprender. A sala estava com uma penumbra confortável. A cortina clara deixava um resto de sol da tarde entrar e bater no piano. Tentei mais uma vez.
Fui dormir exausta. No dia seguinte teria aulas na universidade.
A noite foi inquieta. Meu quarto era azul claro, com uma aura quase infantil. Os móveis brancos aumentavam ainda mais essa atmosfera. Eu gostava muito de ficar deitada olhando o teto. Gostaria de pintá-lo com algo interessante, mas minha mãe jamais deixaria. Era monotonamente branco.
Quantos sonhos, anos, dores, perdas eu já havia passado naquele quarto? Não sei mais. Eram tantas lembranças, tantas fases na vida. De pequena até ser adulta. É, percebi que eu não conseguiria dormir aquela noite.
Pequei meu mp3 e fui ouvir. Como estava meu estado de espírito? Marchas antigas de carnaval, Yann Tiersen, Queen, Phillip Glass, Chopin, Beethoven, Tchaikovsky, Bee Gees… Tantas coisas diferentes, mas todas com algo em comum; alguns muitos acordes deixavam a tristeza tão palpável quanto uma grande quantidade de espuma feita com detergente.
Senti uma vontade imensa de fazer bolhas de sabão e soltá-las pelo meu quarto naquela madrugada. Queria decorá-lo com elas. Tão lindas, de acordo com a luz, mas tão… efêmeras. Como a maioria das coisas bonitas.
Por exemplo, as valsas. Três rápidos acordes que são capazes de fazer qualquer pessoa, pelo menos, balançar um pouco o pescoço, a cabeça… Uma valsa é capaz de se encaixar qualquer tipo de coisa: paixão, romance, tristeza, ansiedade, raiva, pressa… Rápida como grande parte dos sentimentos. O tempo dela? Três tempos. Decida o que fazer com esses três tempos disponíveis. Eu sempre sinto vontade de correr quando as ouço. Mas não uma corrida assustada, como se estivesse fugindo. Valsa me faz ter vontade de correr para agarrar algo, em busca de. Como se uma coisa extremamente valiosa estivesse à minha espera.
Levantei da cama num pulo, coloquei J’y Suis Jamais Allé e comecei a dançar loucamente pelo meu quarto. Bailei em três tempos, rápido o suficiente para fazer minha camisola rodopiar comigo. Usei meu velho urso de pelúcia como parceiro.
Acordei pela manhã, no chão, abraçada com ele. E uma dor desgraçada na coluna.
Acordei hesitante. Meu cérebro atordoado pelo sono me impedia de compreender o mundo ao meu redor. Onde estava mesmo? Ah, no meu quarto. O cheiro de terra molhada me atingiu suavemente. Chuva. Sorri. Meu pai estava parado ao lado da minha cama, na intenção de me acordar.
Como todos os fins de semana, fui trabalhar com ele na padaria. Mas hoje chovia. Uma onda de prazer rondou meu corpo. Gostaria de ter tempo suficiente para brincar na chuva sozinha. Fui trabalhar e o dia correu normal, comum. Não que eu esperasse algo, mas sei lá… Recebi uma nota de 50 reais falsa, xinguei o cara que me passou, vendi pães, passei trocos errados na minha eterna distração, brinquei com meus funcionários, comprei cd pirata com marchinhas de carnaval e… senti pontadas de dor no estômago. Essa dor, típica de quando a adrenalina é jogada com violência no sangue. Saí do caixa e me olhei no espelho.
Tosca.
Balancei a cabeça com força. Eu não sei o que está acontecendo comigo. Depressão? De novo? Mas eu tinha certeza que isso nunca mais aconteceria novamente. Eu já conhecia o processo; dor no estômago, tonturas, boca seca descascando, pele oleosa, olhos caídos, olheiras profundas, falta de apetite, abba, bee gees e uma sede incontrolável por algo que me entorpecesse.
Voltamos pra casa e eu passei o dia assim… letárgica. Lendo vários livros ao mesmo tempo, me prendendo poucas vezes, sem vontade de pensar, sem vontade de respirar.
Eu não vou passar por isso de novo.
Agarrei meu livro no peito, querendo me proteger de algo invisível. Encolhi.
Eu não vou passar por isso de novo.
Ou, como diria Teo:
Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto Eu sou uma parede de concreto.
Bem, só pra divulgar mais um vídeo de squirt, que é meu último vício:
Aí, o rapaz ensinando como fas. rssssssssssssssssss
Que eu passo horas a fio no Redtube não é novidade pra ninguém. Adoro porn. Mas a minha última descoberta foi essa moça aqui:
Cytherea. Com um nome tão legal, ela só poderia fazer coisas alucinantes. A moça é a rainha do Squirt (ejaculação feminina) e faz coisas que me deixaram fã doente (Sylvia Saint não perdeu o posto da Best porn actress, juro. Mulher da minha vida) e meu computador não é desligado há 3 dias, baixando filmes de Cytherea.
Tudo bem que a ejaculação feminina sai pela uretra MAS NÃO É URINA, vou logo avisando. Tudo bem que é raro mulher ejacular. Tudo bem que o líquido é transparente. Tudo bem que pra muita gente, isso é mito. Tudo bem que… Puta merda, caralho, pqp, ela ejacula cerca de 200ml e tem de 5 a 10 orgasmos de UMA VEZ SÓ. Sim, sim. Não se choque. Assista. VEJA. Ela tem convulsões quando atinge vários orgasmos e SQUIIIIRRRTTTT. Minha ídola, minha ídola, minha ÍDOLA. Ela esguicha com a moral de quem sabe que é uma das poucas que consegue atingir tão profundamente o prazer. Sexo com uma nega dessa deve ser surreal. Será que homem gosta de squirt? É minha dúvida no momento.
Para que vocês possam viajar na dela assim como eu, aqui vão alguns links:
Girls, squiiirrrrttt porque é moral demás!
Imaginem a cena.
Ano novo. Momento da virada. Meus pais dormindo, meu irmão na casa da namorada. Meu MSN offline e eu sentada no sofá assistindo a Banda Calypso, com uma garrafa de vodka nas mãos e grossas lágrimas nos olhos. Olhei o celular. Olhei mais de mil vezes. Ninguém me ligou pra desejar feliz ano novo. Ninguém mandou nenhuma mensagem. Nunca considerei a data importante até perceber que me sentia completamente sozinha e acordada num dia em que todos comemoravam.
As lágrimas ganharam vida e agora já iam descendo pelo pescoço. Um vazio rasgante estuprava todos os sentimentos existentes em mim naquele momento. Eu era um vácuo. Uma molécula sem carga elétrica alguma. Sem órbita, sem núcleo. Sem direção… Refleti sobra a velha história de que colhemos o que plantamos. Plantei muita coisa boa, sem pensar em recompensa. Plantei simplesmente por gostar de plantar. Por querer plantar. Escutei todo mundo que precisava falar. Acompanhei todo mundo que me era importante e solitário; então, mais uma vez, vi que fiz tudo errado. De novo. Entreguei-me sem reservas para todo mundo que me cercava (e que tinha afeto), mas ninguém se lembrou de mim numa data que me parecia importante. Sim, estou cobrando.
Conto agora com a correção automática do Word para consertar minhas palavras. Venho trôpega, cansada, chorosa, embriagada, sozinha na noite de ano novo, dizer que hoje, agora, 01/01/2009 às 00:45h eu sou alguém cuja infelicidade impossibilita-me de escrever coisas plausíveis. Colhe-se o que planta. Rezo para que a força estranha na qual acredito, mostre-me onde errei porque não consigo enxergar. Fui dormir em dúvida de quem eu chamaria para minha formatura, pois são tantos muitos amigos para as tantas poucas senhas. E nesse exato momento, sinto uma vontade incontrolável de ir sozinha à minha formatura.
E hoje foi um dia relativamente bom para mim. Vinha sofrendo há dias com a incerteza do Sr. Bomba (se tinha sido malicioso ou não) e hoje decidi rasgar o verbo, por não agüentar mais. Gosto de tudo muito bem resolvido. Conversamos. Disse a maioria das coisas que precisava dizer (não todas, por educação), ouvi seus argumentos, questionei, fui questionada, mas saímos daquela icógnita que me deixava numa angústia danada. Sim, não temos mais nada a ver um com o outro e a indiferença dele quanto a mim, me deixa mais segura para sair da vida dele. Em momento algum ele pareceu se importar comigo e há algum tempo atrás eu estaria com ódio, mas agora, vejo que ele é simplesmente sincero e apenas posso respeitar o que ele sente/ não sente. Deu pra entender? Tô bêbada.
Recebi e-mail de Elaine no qual ela dizia que em blogs não podemos ser 100% sinceros, pois alguém ler implica diretamente na sua vida. Devido ao meu teor alcoólico momentâneo, acredito que seja um dos textos mais fiéis a mim que já escrevi. Chorei algumas vezes hoje. Pela minha incerteza profissional. Pelo drama familiar. Por meus medos. Pela indiferença do Sr. Bomba e a surra no ego que ele me deu. Pelo fim do namoro da minha amiga. Pela solidão da minha amiga distante. Por mim. Por meu desafeto a mim mesma e pela palermice das pessoas ao não me compreenderem.
Mas agora (01:05h) Renata ligou chorando dizendo que está vindo para cá. E eu vou fazer de tudo pra que a dor dela passe. Mesmo que seja com piadas de bêbada.
Como assim essa era a música da minha vida e eu nunca tinha percebido? Mel dels, como a ficha demora a cair em mim :~~
Eu caí cedo demais e aprendi a levantar logo. Não tenho paciência com quem tá caindo ainda.
I don’t wanna talk
About the things we’ve gone through
Though it’s hurting me
Now it’s history
I’ve played all my cards
And that’s what you’ve done too
Nothing more to say
No more ace to play
The winner takes it all
The loser standing small
Beside the victory
That’s a destiny
I was in your arms
Thinking I belonged there
I figured it made sense
Building me a fence
Building me a home
Thinking I’d be strong there
But I was a fool
Playing by the rules
The gods may throw a dice
Their minds as cold as ice
And someone way down here
Loses someone dear
The winner takes it all.
The loser has to fall
It’s simple and it’s plain.
Why should I complain.
But tell me does she kiss
Like I used to kiss you?
Does it feel the same
When she calls your name?
Somewhere deep inside
You must know I miss you
But what can I say
Rules must be obeyed
The judges will decide
The likes of me abide
Spectators of the show
Always staying low
The game is on again
A lover or a friend
A big thing or a small
The winner takes it all
I don’t wanna talk
If it makes you feel sad
And I understand
You’ve come to shake my hand
I apologize
If it makes you feel bad
Seeing me so tense
No self-confidence
But you see
The winner takes it all
The winner takes it all…
Someone dear…
Takes it all…
The loser …
Has to fall…
Throw a dice…
As cold as ice…
Someone way down here…
Someone dear…
Takes it all…
Acordei com ânimo de limpar o guarda-roupa, coisa que eu evitava sempre por não querer me dar conta do quanto engordei. E a minha surpresa não foi pequena. Das centenas de calças,

Bagunça
camisas, vestidos, salvei 15 peças de roupas apenas. Pular de 36 para 44 em um ano e meio é uma dádiva para poucos.
A faxina ocupou meu dia quase todo, o que foi bom. Vinha numa rotina depressiva há alguns dias, com motivos de sobra, dentre eles, o carinha que eu ficava. Com o passar dos dias, a falta de consideração do rapaz de não me dar absolutamente nenhuma notícia (não sabia se era vivo ou morto), de não desejar feliz natal, enfim, de me tratar como nada, fez com que os meus sentimentos por ele mudassem muito rapidamente. Qual seria a obrigação dele? Nenhuma, mas pra todo mundo que eu gosto eu mando notícias e desejo felicidades, além de ter respeito. Mínimo. Fico em silêncio. O preço disso tudo é apenas o desafeto por ele, que só faz crescer.

Que barra.
Nunca cobrei nada além de sinceridade de ninguém e não faltei com ela. Talvez tenha sido meu erro. Por que fiz isso dessa vez? Hm.. é, acho que eu tinha me apaixonado.
Mas não é que o danado aparece hoje, do nada e me trata como se nunca nada tivesse acontecido? Deixe-me lembrar mais ou menos como foi… Ah, sim, ele disse que queria se afastar de mim, MAS continuar ficando. Ok, sem rir. SEM RIR. Difinitivamente eu não vou “ficar ficando” com uma pessoa distante de mim, desculpa. Mas claro que isso foi apenas uma das inúmeras desculpas que apareceram para o “afastamento”, quando na verdade o rapaz só queria morgar de ficar e não teve a decência de apenas me avisar, e eu, sempre eu, mandando mensagenzinhas e deixando scraps fofinhos de moça romântica. Sua romââânnntica! Sua apaixonada! rs
Senti ódio. Tenho sentido em alguns momentos. Pelo ego ferido, pela falta de consideração em me comunicar algo que estou intimamente envolvida. Ou melhor, estava. O rapaz ainda soltou

dels :~
um “estás tão diferente”. Deve ser porque eu passei DIAS na fossa, chorando horrores, com o orgulho enfiado no coo.
Claro que ele é uma pessoa boa, linda, fofa, carinhosa, etc. Foi por isso que arriei. Mas isso nunca deu direito algum de fazer o que quisesse comigo, ou com ninguém. Reconheço o bom caráter e bom coração. Mas já que não gosta mais de mim e tá me fazendo de idiota, por favor, respeita meu luto. Fazia muito tempo que eu não ficava assim. Assim, apaixonada de verdade. Daquele jeito que… o coração parece derreter.
E no final, sacolas de roupas novas que não me servem mais.
Mas a trilha sonora foi mara >> São amores, Forró do Muído.
Primeiramente, feliz natal e próximo ano novo (rssss).
Ok, o natal foi interessante. Bebi litros, comi litros, e viramos a noite secando Guitar Hero (eu, Renas, Lug, Guga, Nelson e Dasnile) por mais de 15h direto. Foi mara! Além de ter no almoço do dia 25, um Mc Chicken, batata frita e coca-cola de 500ml. Coisas que só a Mc Donald’s faz por

Tatis Noel
você. Mas essa vivência me trouxe dúvidas muito sérias.
1. Por que não tem ACDC no Guitar Hero?
2. Por que o jogo do Aerosmith não tem as baladas e só tem os hits setentistas deles?
3. Por que eu ganhei um vestido de 170 conto e não ganhei a guitarrinha, que custa 129?
4. Se Airbourne ainda não tá famosa ao redor do mundo, por quê raios eles não já venderam uma música pro Guitar Hero e acabam logo com isso? Runnin’ wild seria um bom começo.
Ok, eu vou superar esse vício. /ti
Deixando o jogo de lado, minha última doença é uma bandinha calssificada como ‘indie’, mas que eu coloco como músicaparacortarospulsos, Beirut. Uma música específica está me deixando depressiva e emo 24h desde que a descobri. Lastfm é VIDA. :~~ Quero morrer ao som dessa canção. Já saí espalhando no msn e deixando pessoas tão depressivas quanto eu, numa busca desesperada pela companhia de alguém emo de fim de ano. Sim, depressão pós-natalina e pré-reveillon é o que há de már muderno.
A canção já foi enviada por e-mail para uma das grandes amigas da minha vida, que mora lá nos EUA. Meu dia ontem se misturou em alegria por receber notícias dela e tristeza por saber da imensa solidão na qual ela vive.
E a minha mania de proteger todo mundo diz que eu simplesmente não deveria tê-la deixado sair de junto de mim.
Beirut, Postcards from Italy
Ok.
Eu tô sem fim de semana, porque vou trabalhar.
Eu tô sem amigos na facul, porque minha turma preferida é a que tá se formando agora.
Eu tô sem pegassoa, porque Sr. Bomba morgou.
Eu tô sem falar direito com meu pai, porque ele simplesmente me deu um time pro sair de casa (risos?).
Eu tô sem fotografar, porque não tenho quem me indique pra trabalhos.
Eu tô sem emprego porque não sei fazer nada e vou me formar de brinks.
Eu tô sem carro porque tenho pânico de dirigir, então meu irmão se apossou do meu para levar a namorada pro motel.
Eu tô sem grupo pra fazer projeto experimental, então tenho duas semanas pra decidir o tema da minha monografia+orientador.
Will u cry? Cry here! Aceito palavras de consolo e não coisas dizendo “ai que exagero, tu se vira”. SE EU ME VIRASSE TAVA TUDO RESOLVIDO. EU QUERO É PALAVRA DE CONSOLO.
Obrigada.
Não, eu não suporto me relacionar. Não que seja ruim para todos, etc. Só que é pra mim. É que sou muito ansiosa. É que sou muito passional. É que sou muito insegura. Daí depositar esperanças nas mãos de outra pessoa, que não sou eu, é como escolher a morte. Ok, tem gente que diz que é uma morte gostosa, mas não é o meu caso.
Eu não consigo e por isso nem quero. Andei muito envolvida com o Sr. Bomba que, coitado, tem os mesmos medos que eu. Quase cheguei a me entregar e acredito que ele também quase fez o mesmo. Mas fomos rápidos e começamos a nos defender de nós mesmos em seguida. Ele, pela inexperiência de passar por coisas fortes durante um relacionamento; eu por ter passado todas as coisas fortes possíveis e terminar afundada em anorexia e calmantes. Não, relacionamento é nada mais que, uma grande barra.
Realmente namorar é um saco. Um saco porque você fica devendo explicações de muitas coisas que você faz. Vou pra um show só. Por que vai só? Vou dormir na casa de um amigo(a). Por que vai dormir lá? Insegurança e medo de perder são inevitáveis até para as mais seguras das pessoas. Então? Barra.
Sozinhos saímos quando queremos, bebemos o quanto podemos, e nos agarramos com quem estamos a fim no momento. Sem essa de ficar preso a uma pessoa só (e terminar traindo RISOS), sem essa de que é feio encher a cara na frente dos outros, sem essa de ‘você não me ligou hoje’. Você está por você e só por você. E eu, logo eu que sou uma boêmia apaixonada pelos prazeres

sorria, moça.
da solteirice, me dei conta hoje que estava fazendo exatamente tudo o que condeno. Sim, quase cheguei a (se é que não cheguei) pedir atenção do Sr. Bomba. Ora, ele dá atenção quando quiser e pra quem quiser, né verdade?
Ok, é inevitável cair nisso quando se gosta de alguém. Mas percebendo a tempo, corra. Não correr da pessoa, mas correr do que você ta fazendo de errado, né verdade? E quase que eu fui uma tonta, mais uma vez. Que tontos, que loucos.
O que fazer se a pessoa se assustar o suficiente para não querer mais nada?
Respeita. E agradece o que aconteceu porque foi lindo e Mara! Além de fofo.
Trilha sonora >> A fila andou, Aviões do forró.
Então… venho, através dessas mal traçadas linhas, dizer que to pagando minha língua ferina e to curtindo uma dor de cotovelo pelo Sr. Bomba e que ele ficou de novo com a outra menina (não porque estava bêbado, mas porque quis) e eu levei um suave pé na bunda e perdi o posto de ficante.
Tá vendo? Quem mandou inventar de ser hetero. Agora chupa essa manga, Tati. :~
Bitinha
Ok, to chorando sem parar, assumo. Fudeu RS :~
Trilha sonora>> Essa noite eu queria que o mundo acabasse, Núbia Lafayete
Ontem me peguei desenhando cabelinhos nos bonequinhos desenhados no papel de bandeja da Mc Donalds.
Algo está errado.
PS: só a título de informação, o Sr. Bomba tem longas madeixas.
Trilha sonora >> Moonlight Sonata, Beethoven.