istripi na uebe cã galerë rs

Desde que eu vi o rapazote pela primeira vez, tinha tremido na base. Achava que encaixava perfeitamente. Aquele tipo de pessoa que você olha e pensa, “esse acopla”. O moleque não tirava os olhos de mim, com aquele olhar ameaçador, de quem se acha gostoso. E é. Passamos meses nos secando na Rua do Lazer e nenhum fazia porra nenhuma. Eu até namorava na época (RS). Minhas amigas, os amigos dele, todo mundo ficava pasmo com a nossa secação mútua e pública. Até que um dia, minha amiga que acompanhava todo o processo -ou a falta dele- ouviu um amigo gritar o nome do dito rapaz. Pronto. Daí para Tati e a nerdisse caçar a criatura pelo Orkut foi rapidinho.
Depois de encontrar o moço, tomei coragem e adicionei no MSN. Conversa vai, conversa vem, o menino pergunta quem sou eu e mostro uma foto. Então, depois de meses de “paquera”, ele simplesmente diz “acho que já te vi em algum lugar”. Ok. Broxada máster e ódio de cu doce. Passamos a nos ver na facul e nos cumprimentarmos educadamente. Anos. Anooosss, secando e ele fazendo o mesmo. Daí, em junho, eu cheguei em casa embriagada, liguei a web cam, fiz um strip pra ele e pronto.
O bofe passou a me ignorar na facul. Juro. Egípcia total na minha pessoa. Botei o rabinho entre as pernas, morguei totalmente. Olha só, eu me PASSEI (tava bêbada, mas vale) a mostrar o meu terrível corpinho na web para o dito rapaz. Não sei se rolou print, não lembro de muita coisa. Mas o bofe broxou quando me viu sem roupa, só pode.

jemte cem rolpa ae

jemte cem rolpa ae

Só que aí, na semana passada, a criança vem falar comigo no MSN (depois de me ignorar litros) e diz que nunca mais me tarou na cam. Né foda? Fui curta e grossa:
- Pela cam pq quer. Você poderia pegar pessoalmente quando quisesse e fica aí… pedindo cam.
E num é que o bichinho ficou com medo?
Por isso eu to beirando a morte e casta. Vou fazer um site como esse www.ajudeumvirgem.com E apostar com algum amigo.
Meu cu que Xuxa.

Bomba!

Esse mês aconteceu muita coisa. Infelizmente, por ter parado de escrever, milhares serão esquecidas. Mas vamos para o personagem deste mês, o nerd, preguiçoso e medroso “C. Bomba” (identidade preservada).
Desde que conheci Emmanuel, ele me falava dessa criatura. Só pelo nome, eu tinha medo do que poderia ser essa pessoa. Mais medo ainda, eu tinha quando os poucos conhecidos comentavam sobre a semelhança psicológica existente entre mim e o tal bombado. Sempre achei engraçado e deixei para lá. Mas no show de Scorpions, como o próprio Emmanuel havia previsto, o rapaz apareceu e fomos apresentados.
Qual não foi o meu choque ao dar de cara com um metaleiro (não por estarmos num show de Scorpions, mas por ser um, NOVAMENTE apontado para mim como alguém que eu pegaria). O rapaz alto, moreno, com um cabelo péssimo, longo e despenteado, suado, abriu o sorriso mais simpático que eu já havia recebido, dando a deixa para que eu lhe pedisse favores. Pedi que me colocasse nas costas para que eu tirasse algumas fotos, atendeu prontamente, jamais reclamou, foi um gentleman. Pouco depois do show, mil pessoas perguntavam insistentemente se rolaria alguma coisa, e sempre deixei muito claro que o C. Bomba não fazia muito o meu tipo, além de ser homem. E é fato que minha vibe há algum tempo já é outra. I don’t do relationships.
Adicionei-o no MSN e no decorrer dos dias, foi nascendo uma amizade muito especial. Percebi o quanto o rapaz parece comigo de verdade, e na casca alta de moreno torado, se esconde alguém extremamente sensível, tanto quanto eu. Evitei o máximo que pude (pra não pisar nas minhas próprias palavras de que não o pegaria), porque nunca quis fazer mal, principalmente a uma pessoa tão sensível. Mas sabe, chegou o dia fértil, um fogo do caralho, mandei o dito ir pro shopping pra gente se pegar no cinema. Rolou, foi Mara, conversamos durante horas, não tenho a menor idéia de que filme foi.
Bomba se tornou um amigo e companhia agradável que gostaria de ter por perto sempre.
C. Bomba, adoro muito.

Depois de anos, a fossa.

Enquanto o esporte de uns é vaquejada, o meu simplesmente é beber, cair e levantar. A rotina alcoólica tem se firmado de uns tempos pra cá, não de um modo que me incomode em termos de saúde, mas sim, em termos financeiros. Apesar de tentar ficar atenta ao que sai do meu bolso (devido ao meu momento “desempregatício”), quando estou cheia do mé, minha carteira abre e as poucas cédulas que ali vivem, flutuam para as mãos dos garçons do Recife, como órfãs em busca de um pai.
Apesar da preocupação financeira, ontem me questionei se não existe algo errado. Será que estou bem? Será que estou feliz? É normal uma pessoa comemorar qualquer coisa quase todos os dias? Semana passada me peguei comemorando o desemprego e, conseqüentemente, enchendo o tanque com 10 cervejas, completamente sozinha. Então eu comemoro e comemoro. Sempre. Sangue de Cristo. Sem contar que adoro conversar potoca sem nenhuma preocupação com pudores, plurais, risadas escandalosas e afins. Mas aí, ontem… Eu não quis beber.

Não tem dono

Não tem dono

O interesse pelo broto já me acompanhava desde fevereiro. Raro. Mas como é natural de mim, eu não investi, fugi, deixei pra lá (não tenho cuião / beleza / naipe / experiência / etc para conquistar ninguém). Sempre evitei qualquer tipo de contato, para não me apaixonar e, com isso, voltar a saber o que é dor-de-cotovelo, chorar, me achar a pessoa mais feia/burra/sem graça/ sem conteúdo/ frígida/ etc, do Recife/Olinda. Sempre tive graves problemas com minha aparência e personalidade, mas nada que me incomodasse, já que eu nunca estava apaixonada. Então, minha mente começou a pregar peças em mim. Pensava no broto, olhava o broto e, o pior, sonhava com a besta fera quase todo santo dia. Não resisti e fui com toda a minha falta de experiência como conquistadora, tentar me aproximar.
Como sou uma pessoa adequadamente insegura, levo sempre uma amiga a tiracolo, para ter coragem de viver. Em outras épocas, isso sempre deu em merda, pois eu tenho a sorte de ter amigas lindas e os brotos terminavam interessados nelas, jamais em mim. Claro que a culpa não era delas. Era minha. Minha, dos livros não lidos, das plásticas não feitas, da gagueira e do rosto vermelho quando qualquer um se aproximava. Com o passar dos anos, apesar de complexadíssima, dei uma desopilada, liguei o foda-se.
Passei a dar o ar da graça no ambiente de trabalho da pessoa, secar insistentemente, sorrir que nem uma rapariga, forçar conversa. Tremer, gaguejar, falar coisas impensadas e suar fazem parte do pacote Tatis Passions e são inteiramente grátis. Mas daí, o ser de quem venho falando há milhares de posts, e que tinha sido o escolhido para a retirada do hímem da Tatis, se interessou pela amiga bonita. Chorei horrores, fiquei na merda. Claro que, minha amiga não tem nada a ver, ela estava me dando força e tal. O problema é comigo e eu sei. Só que eu nem lembrava mais da sensação de chorar por alguém, sentir o peito apertado, etc. E é trash. Não gostei de sentir novamente. Quero brincar mais não. Mas me preocupei… Porque recusei todos os convites de bebedeira de ontem e me afundei no travesseiro, agarrei-me ao som de Fernando Mendes e chorei até adormecer. Isso é grave.
Bem que a amiga feia poderia ser, pelo menos alguma vez, a amiga da vez não é mesmo, pessoal?
Trilha sonora da fossa >> A desconhecida, Fernando Mendes.

Freelas e pânicos

Há seis anos, no auge da minha maioridade, eu tinha aquela pinta de futura mulher destemida; queria tirar carteira para moto e carro, queria morar só, queria escrever livros, queria ler todos e saber sobre tudo. Mas o tempo passou e as mudanças na minha personalidade foram tão cruéis, que tenho até vergonha de enumerá-las. Sangue de Cristo.

Ao deparar-me com desafios profissionais, fui colocada em xeque, quando comecei a receber trabalhos em que eu precisaria ir ao local de carro. Sim, tirei a carteira de motorista há seis anos, e desde o dia da prova (dia em que quase tive um surto psicótico), não dirigi mais. O pai é indignado e esfrega na minha cara todos os dias, que eu teria um carro desde os 18 anos se eu quisesse.

Hoje fui chamada pra fazer um freela em Suape. Moro em Olinda, beijos. Grana boa, chefinho de primeira qualidade. O trabalho é longo; 9 da manhã às 6 da noite. Como ir e como voltar, cheia de equipamento? Só dels sabe. Louca, desesperada, voltei pra casa e fui pegar a monstra da Nissan Frontier do meu pai. “Vou dirigir essa porra é agooora”, pensei ingenuamente.

Sentei, respirei fundo e liguei o carro. Passei a primeira com TANTA força, que quase arrebento o câmbio. Comecei a tremer como se tivesse Parkinson. O carro morreu e lágrimas que eu nem percebia foram saindo dos meus olhos. Refiz a ação, dessa vez, com a boca já cheia de vômito. O carro morreu, e abri a porta desesperada sem conseguir respirar.

Papai assistiu a tudo chocadíssimo.

No mais, tô na merda.

Sopa no mel; a BL fantástica da Revista Engenho


As BL’s sempre aparecem quando estamos emocionalmente mais fragilizados. E agora, justo no momento em que estou nutrindo uma paixonite aguda, daquelas bem platônicas, extremamente sem espeCarvalheiraranças e repleta de bebedeiras, surge o convite para a boca livre em plena quarta-feira, na Cachaçaria Carvalheira, longíssimo de Olinda (lar doce lar).

Fui de Boa Viagem para Olinda, de Olinda para Agamenom Magalhães, da Agamenom pra Setúbal e de Setúbal pra Cachaçaria. Tudo isso pra comer e beber de graça! Hahahahaha. Chegando lá, logo na rua, os “flanelinhas” estavam fumando aquele baseado. Entramos na Carvalheira e fique pas-sa-da com o local. É LINDO. Nunca pensei em casar, nem quero. Mas quando entrei lá, não pude deixar de me imaginar de vestidão branco, passando entre os barris de cachaça indo ao encontro do azarado noivo! Hahahaha

Logo na entrada, um banquete patrocinado pela Nestlé seduzia qualquer ser vivo; chocolates, doces, guloseimas lindas feitas à base de ingredientes da marca. Um looooosho incrível. Ao lado, um imponente bar, com TO-DOS os produtos Carvalheira; os drinks do jeito que você bem quisesse. Andando meros 4 passos, uma mesa colossal com salgados e, para completar, um sushi bar. Além claro, da cerveja Devassa, a pompa da noite. Sweet Fanny Adams alegrando, seguida de Madeira Delay que botou todo mundo pra sambar. Sem comentários! A galera se jogou geral, inclusive a massa da alta sociedade recifense, presente fazendo a pose nossa de cada dia nos dai hoje.

Uma BL pra ninguém botar defeito. Sensacional! Ou como diria a minha paixão platônica ( afetação ): sopa no mel!!

CONCINHA, TODOS NÓS SENTIMOS SUA FALTA NA BL.

PS: durante a aula, a digníssima pessoa exemplifica a fim de facilitar a vida de seus pupilos. Como a doidera sempre é grande, a frase sopa no mel, sai, numa tentativa vã de dizer que “algo é sopa” ou que é “mel na chupeta”. Por isso eu me apaixono :~

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